quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Steve Jobs para Formandos da Harvard





“Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias. A primeira história é sobre ligar os pontos.
Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais dezoito meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer.Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior.
Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina. Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.” Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade.
E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de 6 meses, eu não podia ver valor naquilo. Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria OK. Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz.
No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes.Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo. Muito do que descobri naquele época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço.
Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.
Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.
Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para a frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.
De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.
Minha segunda história é sobre amor e perda.
Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação – o Macintosh – e eu tinha 30 anos. E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir.
Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses. Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira.
Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício]. Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida.
Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa. Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple. E Lorene e eu temos uma família maravilhosa.
Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple. Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia.
Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama. Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.
Minha terceira história é sobre morte.
Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último”. Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.
Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo – expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar – caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.
Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de 3 a 6 semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas – que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus. Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro.
Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem. Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas.
Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.
O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição.
Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário. Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.
Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes do Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de The Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês. Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras: “Continue com fome, continue bobo”. Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.
Obrigado.

“Steve Jobs”

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

De cada 100 jovens...

De cada 100 jovens que ingressam na Ordem DeMolay, cinco se tornarão Mestres Conselheiros de seus Capítulos. E pelo menos um desses dirá mais tarde que ele valorizou essa experiência acima, em sua escola ou faculdade. Oito ou mais dos 100 iniciais terão pelo menos uma pós-graduação em alguma universidade. Muitos dos 100 encontrarão suas vocações através do seu envolvimento com a Ordem. A Ordem DeMolay tem produzido um bom número de homens que, após terem servido como Capelães em seus Capítulos, tornaram-se pastores, padres ou ministros. No percurso dessa mesma linha, diversos desses 100 DeMolays serão pela primeira vez apresentados a alguma forma de religião, ao atender, alguma igreja ou templo, devido a um serviço prestado pelo Capítulo.
De cada 100 jovens que se torna um DeMolay, trinta a abandonarão no seu primeiro ano. Talvez isso possa ser interpretado como uma falha. Mas no futuro, a maioria desses se lembrará que já foram DeMolays e falarão bem do programa e das lições que ela ensina. De cada 100 DeMolays, raramente um aparecerá perante uma corte ou estará em débito com alguma lei. Na verdade, a Ordem DeMolay produz um grande número de advogados. E, apesar de ser desconhecida a taxa exata, muitos dos 100 se juntarão às Forças Armadas. Cada um dos 100 aprenderá algo na Ordem DeMolay e a maioria será beneficiado por causa de sua associação com a Fraternidade. Novamente as porcentagens são desconhecidas, mas um número considerável daqueles 100 ingressará na Maçonaria. Dos 100 que se juntarem a Maçonaria, muitos serão líderes nas Organizações Maçônicas. Uma grande parte dos 100 vem de famílias sem um dos pais e vê em seus Consultores (Maçons) modelos positivos. Um de cada 100 será agraciado com a honraria Chevalier, a mais alta dada a um DeMolay ativo. Aproximadamente 16 dos 100 valorizará seu tempo na Ordem DeMolay de modo que voltarão à Ordem servindo como voluntário quando adulto. Apesar de apenas um de cada 1000 jovens americanos entre 13 e 21 anos já terem ingressado na Ordem, é interessante notar que muitos dos líderes da nação nas finanças, religião e política pertenceram a Ordem DeMolay na adolescência. Na verdade, 1 de cada 12 Governadores e 1 em cada 10 Senadores americanos é um Senior DeMolay. Cem DeMolays... é igual a um gigantesco número de líderes.
Fontes: * 1990 United States Census * 1992 International Supreme Council Proceedings * 1992 DeMolay Year End Membership Status Report * March, 1993 DeMolay Service & Leadership Center Reports.

Ultimas informações Projeto Adote o Verde

Senhores, Encontro com Ariosto - Secretaria Municipal de Serviços Urbanos. (20/08/2009).

Status: Realizado
Local: MidWay
Horário: 13h
Presentes: Tiago, Anry, Ariosto
Assunto: Adoção da Praça Inventor Ubaldo Bezerra de Melo (Aquela praça perto da GLERN).

Resultados: O Sr. Ariosto se mostrou muito interessando em saber um pouco mais da Ordem DeMolay, além de ajudar com qualquer apoio que a Prefeitura pudesse nos fornecer.

O Projeto:
- Adotaríamos a Praça no nosso nome;
- A Prefeitura nos avaliaria se teríamos capacidade de manter, assim como de reestruturar o ambiente, uma vez que a Prefeitura so fornece água e luz;
- Teríamos direito de colocar um marco da Ordem DeMolay na praça, assim como 4 placas de publicidade;
- A adoção da Praça pelo Cap. Reis Magos (Ordem DeMolay) seria divulgada em todos os veículos de comunicação da Prefeitura.

A Hipótese:
- Na Melhor das hipóteses o Cap. Reis Magos não teria condições de manter nem muito menos de reestruturar a Praça;
- Sendo assim , o Cap. Reis Magos poderia procurar apoio da AGAE, que uma vez ja se mostrou interessada, em outrora, de adotar a Praça. Porém o projeto so poderia ficar em nome de uma das instituições -
A AGAE reestruturava a praça e o Cap. Reis Magos faria a manutenção da mesma;
- O Outro caminho seria, os 3 Capítulos de Natal adotariam a Praça e a reestruturariam, usando de sua influencia e network para conseguir fundos e patrocínios para o desenvolvimento do projeto.

ATT: A ultima hipótese seria a mais viável e valorosa para a Ordem DeMolay e os três Capítulos de Natal. So nos resta trabalhar na idéia.

>> Em contato com Paulo Cesar, Secretário de Apoio aos Capítulos e membro do Cap. José Percy, o mesmo se mostrou muito disposto em adotar a idéia e na mesma hora entrou em contato com tio Magnus, Presidente do Conselho Consultivo do Cap. José Percy, o mesmo achou que se poderia desenvolver um belo projeto para praça, uma vez que ele mesmo é arquiteto e estaria a dispor para redesenhar o ambiente.

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Senhores, encontro com Halyne - Chefe do setor de educação da SEMURB. (18/08/2009).
Status: Realizado
Local: GLERN
Horário: 18h30min
Presentes: Tiago e Halyne
Assunto: Curso de Formação de Agentes Ambientais Participativos

Resultados:
Em discussão com a Srta. Halyne a mesma me informou que estava disposta a trabalhar em conjunto com a Ordem DeMolay, uma vez que expliquei brevemente como funcionávamos e o que queríamos desenvolver.

O Projeto:
- Formar agentes comunitários atuantes na defesa e na manutenção do meio ambiente saudável e na manutenção do meio ambiente saudável protegido em legislação especifica;
- Capacitar os jovens selecionados com informações referentes aos aspectos físicos, florísticos e faunísticos da comunidade em que esteja inserido e das áreas adjacentes;
- Sensibilizar os futuros agentes para percepção dos principais problemas ambientais observados na comunidade local e adjacências;
- Desenvolver nos agentes a capacidade de autonomia na resolução dos problemas ambientais, através de consulta na legislação, como também, buscar alternativas na própria comunidade.

Quem pode participar:
Jovens, DeMolays, com idade a partir de 16 anos, indicados pelos Capítulos, cursando o ensino médio ou superior.

O que iremos aprender:
- Geologia, Relevo, Clima, Vegetação e Hidrografia
- Urbanização
- A hierarquia das leis jurídicas
- A importância da prevenção nas causas ambientais
- Crimes mais comuns e legislação específica.

Quantidade de Alunos:
- 12 Alunos, esse valor pode ser negociado

Local:
Parque da Cidade e sede de instituições (Capítulos no caso)

Carga horária:
24 horas/ 8 dias

Responsáveis:
- Célio Roberto da S. Pacheco
- Marcos Nascimento Dantas
- Iguatemir C. Gomes
- Wagner Fernandes Costa.

Senhores, fica aqui mais do que evidente que este é também um grande projeto para a Ordem DeMolay de Natal. Os três Capítulos e a Sociedade tem muito em ganhar, so nos restar ir ao trabalho.

sábado, 22 de agosto de 2009

Projeto "Adote o Verde"

Meus irmãos, venho aqui reportar algo que alguns de vocês, acredito já ter conhecimento.

O projeto Adote o Verde desenvolvido por nosso capitulo, tem como uma de suas primeiras ações restaurar uma praça. Para isso foi escolhida a praça Inventor Ubaldo Bezerra de Melo localizada próxima a GLERN. Nossa meta é não só restaurá-la, assim como mantê-la limpa e organizada. Além disso a praça receberá um marco da Ordem e mais quatro placas de publicidade.

Em contato com Paulo Cesar, Secretário de Apoio aos Capítulos e membro do Cap. José Percy, o mesmo se mostrou muito disposto em adotar a idéia e na mesma hora entrou em contato com tio Magnus, Presidente do Conselho Consultivo do Cap. José Percy, o mesmo achou que se poderia desenvolver um belo projeto para praça, uma vez que ele mesmo é arquiteto e estaria a dispor para redesenhar o ambiente.

Em conversa com o Tio Magnus foi proposto que faremos algo grandioso.
- Marco da Ordem Demolay
- Mini-Anfiteatro
- Lanchonte
- Lojinha de artesanato
- Espaço de Lazer
- Cadeiras e mesas para melhor comodidade
O nosso Ir. MC Tiago Cavalcante esteve em reunião com o secretário da SEMSUR, o Sr. Ariosto, onde conversaram sobre o projeto, o Sr. Ariosto se mostrou interessado e confirmou o apoio por parte da SEMSUR.

Vale ressaltar que uma das formas de trabalho sugerida é a de união dos três capítulos em prol deste projeto o que além de facilitar, engrandeceria e muito o nome e a força da ordem Demolay no Estado. Aqueles que estiverem interessados em participar e/ou tiverem idéias para contribuir no projeto podem postar na comunidade do capitulo ou em meu perfil.

Fraternalmente Abraços.
Thiago Santana

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

VI Reunião de Coalizão

A Ordem vos chama

Projetos e pendências.

Presentes na reunião:

Tiago Cavalcanti
Anrhy Alcoforado
Jose Diogenes
Ícaro Fernando
Leonardo Suassuna
Paulo Cesar
Pablo Neruda

I - Sexta-feira (07/08/09) - Resultado do almoço com Kalassans (Secretário da SEMURB)

O Cap. Reis Magos iniciará juntamente com a SENSUR o projeto ADOTE O VERDE, reformando uma praça e colocando um MARCO da Ordem DeMolay na mesma.
Um almoço será marcado com o Sr. Ariosto, secretário da SENSUR, para que possamos discutir melhor as potencialidades da idéia.
(Ficaremos definitivamente responsáveis pela manutenção da praça que adotarmos)

II - O Cap. Reis Magos terá um treinamento com a responsável pela equipe de multiplicadores do Verde. (Poderá haver estágio dos DeMolays junto a SEMURB)

- O Treinamento acontecerá na Quinta-feira (13/08/2009) às 18h, nas dependências da GLERN. Será ministrado por Haline, Chefe do Setor de Educação da SEMURB.

ATT: TODOS OS DEMOLAYS ESTÃO CONVOCADOS A PARTICIPAR DO TREINAMENTO.

III - Os comitês estão funcionando. Os DeMolays Ativos e Senios que não estiverem locados em algum, favor providenciar, de imediato, a sua alocação. Precisamos do apoio e participação de todos para o sucesso de nossos trabalhos.

Maiores instruções serão dadas no decorrer da SEMANA. Fiquem atentos vocês serão avisados.

"Que sejamos eternos dínamos"

Estas palavras foram proferidas pelo nosso ilustre Mestre Conselheiro, portanto, faz-se necessária nossa presença quinta no treinamento e sexta na nossa próxima reunião de coalizão!

Atenciosamente,
Ícaro Fernando